Shakira, Salma Hayek e a Homenagem a Pelé: Os Bastidores da Cerimônia Mais Emocionante da História das Copas

HOMENOTICIAS - COPA DO MUNDO

Wellington Luiz

6/11/20262 min read

Redação Bastidores da Bola | 11 de junho de 2026

Quando a FIFA escolheu o Estádio Azteca para a abertura da Copa do Mundo de 2026, escolheu junto todo o peso simbólico que aquele estádio carrega. E a cerimônia desta quinta-feira, produzida pelo italiano Marco Balich — responsável por aberturas olímpicas históricas — soube honrar esse peso. Em 90 minutos de espetáculo, o futebol celebrou o presente, reverenciou o passado e prometeu um torneio inesquecível.

Salma Hayek: O Momento Que Parou o Mundo

O ponto de partida da cerimônia foi Salma Hayek carregando a taça da Copa do Mundo ao campo do Azteca. A atriz mexicana-americana, uma das mais reconhecidas do mundo, foi a escolha simbólica perfeita para uma Copa disputada no continente americano. Quando Hayek entrou no gramado com o troféu dourado, os 80 mil presentes — e os milhões assistindo em casa — tiveram o primeiro calafrio da noite.

Shakira ao Vivo: "Dai Dai" Finalmente no Mundo

Shakira e Burna Boy interpretaram ao vivo "Dai Dai", a música oficial da Copa do Mundo 2026, pela primeira vez num grande palco. A parceria entre a colombiana e o astro do afrobeats nigeriano ganhou uma dimensão nova ao ser cantada diante de um Azteca em delírio. J Balvin, Maná, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, Lila Downs, Los Ángeles Azules e Tyla completaram o lineup de uma cerimônia que durou mais de uma hora antes do apito inicial.

A Homenagem a Pelé: O Momento Mais Emocionante

Rivelino, um dos últimos sobreviventes da seleção brasileira campeã em 1970 — justamente no Azteca —, foi o representante daquela geração na cerimônia. Quando o ex-jogador entrou em campo, a conexão foi imediata: o estádio que viu Pelé levantar sua terceira taça 56 anos atrás homenageava agora o Rei que não pôde estar presente. Foi o momento mais silencioso e mais poderoso da noite.

Três Cerimônias: O Novo Modelo da FIFA

Enquanto o Azteca brilhava no México, o mundo já sabia que haveria ainda mais duas cerimônias nos dias seguintes: nesta sexta-feira, Los Angeles recebe Katy Perry, Anitta, Future e LISA para a estreia dos EUA contra o Paraguai; e Toronto recebe Michael Bublé para a estreia do Canadá contra a Bósnia. Nunca na história uma Copa do Mundo teve três cerimônias de abertura distintas.

O Legado Que Esta Cerimônia Deixa

Independentemente do que acontecer dentro de campo nas próximas semanas, a cerimônia do Azteca já garantiu seu lugar na história do futebol. A combinação de tradição, emoção e espetáculo que Marco Balich entregou foi à altura do estádio, do torneio e do momento. A Copa de 2026 começou como precisava começar: com grandeza.